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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Perini Winter Espumante Brut Rosé - Casa Perini - Espumantes do Sul

Casa Perini Winter Espumante Brut Rosé

Preço normal R$ 66,50
Preço normal R$ 66,50 Preço promocional R$ 66,50
0% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Perini Winter Espumante Brut Rosé

Visual

Coloração rosada cereja, vibrante com intenso perlage.

Aromas

Aromas delicados que remetem a frutas vermelhas frescas, como framboesa e cereja.

Paladar

Sabor frutado e fresco, com final agradavelmente marcante.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Perini Winter Espumante Brut Rosé

Tipo Espumante Rosé Brut
Método Charmat
Uvas
  • Chardonnay
  • Pinot Noir
  • Gamay
Região Serra Gaúcha - RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 6 a 8°C
Harmonização
  • Suínos
  • Aves
  • Salmão
Ocasião
  • Inverno
  • Recepção
  • Celebração
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Perini Winter Espumante Brut Rosé

Este Espumante Brut Rosé é uma celebração de frescor e cor, apresentando uma tonalidade rosada cereja que ganha vida na taça com um perlage vibrante. Ao ser degustado, revela aromas delicados que remetem a frutas vermelhas frescas, como framboesa e cereja. Em boca, o perfil é frutado e refrescante, com uma acidez marcante que confere um final agradável e equilibrado, ideal para momentos de celebração.

Sua elaboração é realizada pelo método Charmat, um processo que permite capturar a pureza e a vivacidade das uvas. A complexidade do rótulo é construída pela harmoniosa combinação de Chardonnay, Pinot Noir e Gamay, variedades que conferem estrutura e notas variadas, resultando em um espumante de perfil leve e cristalino.

Originário da Serra Gaúcha, o Casa Perini Winter Brut Rosé é um convite ao prazer que valoriza a tradição vinícola da região. Por sua versatilidade, acompanha com elegância desde pratos delicados de salmão e aves, até suínos, tornando-se a companhia perfeita para recepções e celebrações memoráveis.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Casa Perini Brut Rosé Edição Especial Winter - Inverno 2024

 

O inverno é uma estação mágica que transforma paisagens e inspira aqueles momentos super aconchegantes. Uma época onde as noites são mais longas e os encontros se tornam ainda mais especiais. 

O cenário ideal para que espumantes encorpados ganhem destaque. Por isso, nesta temporada, a Casa Perini traz uma novidade que harmoniza perfeitamente com o espírito do inverno: o Brut Winter Rosé, um espumante que convida a desfrutar dos pequenos prazeres desta estação única.

Parte do valor arrecadado com as vendas desta edição limitada será doado às pessoas atingidas pelas enchentes no RS.

As cores serão enviadas de forma aleatória.

 

 

O Espumante Brut Rosé é produzido pela Vinícola Casa Perini (Farroupilha, RS). 

Elaborado a partir de uvas Chardonnay, Pinot Noir e Gamay. Esta bebida, ao ser degustada, apresenta coloração rosada cereja, que se torna vibrante pelo intenso perlage na taça. Os aromas delicados remetem a frutas vermelhas frescas, como framboesa e cereja. Em boca, seu sabor é frutado e fresco, com final agradavelmente marcante.

Ideal para acompanhar suínos, aves e peixes como salmão e molhos agridoces.

 

Graduação alcoólica: 11,8%

UVAS:
Chardonnay, Pinot Noir, Gamay.
 
 
A ELABORAÇÃO:
Elaborado pelo Método Charmat, com uvas da variedade Chardonnay, Gamay e Pinot Noir.
 
PRÊMIOS:
- 86 pontos - Guia Descorchados (2016);
- Medalha de Prata - The Best of Wine Weekend (2016).

A vinícola

Sobre a Casa Perini


A Vinícola Casa Perini é uma referência no Vale Trentino, em Farroupilha, desde 1929, quando João Perini, filho de imigrantes italianos, começou a produzir vinhos no porão de sua casa. Desde então, evoluiu para uma super cooperativa familiar, aliando tradição, tecnologia moderna e profundo respeito ao meio ambiente.

A marca se destaca pela qualidade de seus vinhos e espumantes premiados, com destaque mundial para o Espumante Casa Perini Moscatel, eleito um dos melhores do mundo na sua categoria. A linha Vintage — que inclui Brut, Rosé de Noir, Blanc de Blanc, Blanc de Noir e Moscatel — oferece experiências sensoriais refinadas, com borbulhas delicadas e perfil aromático complexo. A produção geodésica e o uso de madeira em vinhos diferenciados, como o Brut Barriqué de Chardonnay, realçam sabores como baunilha e frutas secas.

Além dos produtos, a Casa Perini proporciona vivências completas em seu complexo: tours guiados, degustações premium, restaurante Beatrice by Q, piqueniques, bike tours e experiências personalizadas. É o encontro da tradição familiar, inovação enológica e hospitalidade serrana, perfeito para quem busca sabor, cultura e conexão com a Serra Gaúcha.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).