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Logo da marca Garibaldi Garibaldi Reserva Merlot

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O Garibaldi Reserva Merlot é um tinto elegante da Serra Gaúcha que revela aromas de frutas vermelhas com sutis notas de manteiga e chocolate. Com corpo moderado, taninos macios e maturação de oito meses em carvalho, este vinho oferece uma experiência aveludada e equilibrada. É a escolha ideal para aquecer os dias de outono e inverno, harmonizando perfeitamente com carnes vermelhas, massas e risotos estruturados.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Garibaldi Reserva Merlot - Garibaldi - Espumantes do Sul

Garibaldi Reserva Merlot

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Garibaldi Reserva Merlot

Visual

Coloração vermelho rubi intenso e aspecto límpido.

Aromas

Frutas vermelhas, manteiga e um toque de chocolate.

Paladar

Corpo moderado com acidez equilibrada e taninos macios.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Garibaldi Reserva Merlot

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 8 meses em carvalho alternativo
Uvas
  • Merlot
Região Serra Gaúcha - RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 17°C
Harmonização
  • Carne vermelha
  • Carne de caça
  • Queijos duros
  • Embutidos
  • Massas
  • Risotos
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Garibaldi Reserva Merlot

O Garibaldi Reserva Merlot apresenta uma coloração vermelho rubi intensa e límpida, convidando a uma experiência sensorial equilibrada. No nariz, destacam-se aromas de frutas vermelhas harmonizados com notas de manteiga e um sutil toque de chocolate. Em boca, revela um corpo moderado, com acidez bem integrada e taninos macios, resultando em um paladar aveludado que se mostra uma excelente escolha para os dias de outono e inverno.

A elaboração deste vinho fino tinto seco valoriza a precisão, iniciando com a colheita manual e seleção rigorosa dos cachos. Após a vinificação tradicional, o vinho passa por um período de maceração e fermentação malolática em tanques de aço inox. O diferencial técnico fica por conta da maturação de oito meses em contato com carvalho alternativo, processo que confere maior estrutura e complexidade ao rótulo, mantendo a elegância característica da variedade.

Produzido pela vinícola Garibaldi, na Serra Gaúcha, este Merlot reflete a tradição e o cuidado com o terroir local. Sua versatilidade à mesa permite harmonizações prazerosas com carnes vermelhas, carnes de caça, queijos duros, embutidos, além de massas e risotos com molhos estruturados. É um vinho pensado para elevar jantares especiais, oferecendo uma experiência autêntica e acolhedora em cada taça.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Variedade

Merlot

 

Tipo

Vinho Tinto Fino Seco

 

Volume

750 mL

 

Elaboração

Colheita manual, com seleção de cachos no vinhedo. Vinificação tradicional em tinto, com aumento da relação sólido líquido. Maceração com as cascas por 8-10 dias durante a fermentação alcoólica, seguido de prensagem para separação das cascas. Fermentação malolática realizada em tanques de aço inox onde o vinho matura por 8 meses em contato com carvalho alternativo (cubos).

 

Visual

Coloração vermelho rubi intenso e aspecto límpido.

 

Olfato

Aromas com notas de frutas vermelhas, manteiga e um toque de chocolate.

 

Paladar

Apresenta corpo moderado com acidez equilibrada e taninos macios.

 

 

Dados Analíticos

Álcool –12,5 % v/v

Acidez total – 5,25 g/L

Açúcar – 2,5 g/L

 

 

Temperatura de Serviço

Melhor apreciado a 17°C.

 

 

Harmonização

Combina com carne vermelha, carne de caça, queijos duros, embutidos, massas e risotos com molhos estruturados.

A vinícola

Sobre a Garibaldi

A Vinícola Garibaldi é uma das maiores e mais premiadas cooperativas do Brasil, localizada em Garibaldi, no coração da Serra Gaúcha. Fundada em 1931, reúne centenas de famílias produtoras que cultivam uvas com dedicação, tradição e cuidado sustentável, dando origem a vinhos, espumantes e sucos de alta qualidade.

Reconhecida internacionalmente, a Garibaldi é referência principalmente pelos seus espumantes premiados, elaborados pelo método Charmat e pelo método Tradicional, com destaque para o Garibaldi Moscatel — um dos mais premiados do Brasil — além de rótulos Brut, Rosé e Nature, perfeitos para brindar momentos especiais. A cooperativa também oferece vinhos de mesa, varietais e sucos integrais, todos com o compromisso de valorizar o trabalho das famílias associadas.

Descubra a Vinícola Garibaldi e leve para sua taça o sabor autêntico de uma marca que une tradição cooperativa, inovação e paixão pela vitivinicultura, levando o melhor da Serra Gaúcha para consumidores de todo o país.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).